Conheça As Onze Atitudes De Um Profissional (Vendedor) De Sucesso:
Trabalhar como vendedor não é uma atividade tranqüila.
" A VENDA DE HOJE ACONTECEU ONTEM"
Estes profissionais têm de superar metas, conhecimentos de produtos e serviços, atender com excelência e principalmente conquistar “CLIENTES”.
Mas por que alguns Profissionais (VENDEDORES) são bem-sucedidos e outros não são?
“É possível diferenciá-los pela forma como estes profissionais encaram seu trabalho. Um Profissional (VENDEDOR) de sucesso faz além das suas possibilidades. Ele também tem comprometimento com a sua carreira, se coloca no lugar de seus clientes – o seu problema agora é meu...”, explica o consultor.
Conhecimento:
Ele acrescenta que um Profissional (VENDEDOR) bem-sucedido busca ter conhecimento e informações além do que é exigido pela profissão.
Populin, sugere que estes profissionais participem de cursos, seminários, já que em algum momento as informações extras podem ajudá-los em uma negociação.
Populin, declara ainda que a realização de cursos aumenta o networking do profissional. Mesmo em cursos não relacionados a vendas, conhecer outros profissionais amplia as possibilidades de realizar negócios.
Atitudes:
O autor indica 11 atitudes que podem diferenciar um Profissional medíocre de um profissional de sucesso.
“Estas dicas servem para todas as profissões, ou seja para você Ser Humano”.
Preparação: Faça cursos como graduação, pós-graduação, cursos de vendas - área comportamental, marketing, negócios - gestão e cursos livres, é aconselhável a leitura da (Bíblia), livros e revistas;
Planejamento de carreira: tenha em mente seu projeto de vida. Por isso, estabeleça metas palpáveis. O consultor orienta que os profissionais escrevam seus projetos de vida (coloque no papel seus projetos).
Planejamento financeiro: organização financeira é fundamental, já que todos os profissionais (vendedores) dependem da efetivação das vendas. Pense no futuro, invista em você e em sua família.
Comprometimento: Seja comprometido.
Qualidade: Fazer tudo com 100% de qualidade, é dar o melhor de você mesmo no momento presente.
Produtividade: Seja produtivo esse é o diferencial.
Parceria: Ser parceiro significa ser diferente nos dias de hoje, ou seja: significa ir além.
Disciplina: È a base – Domínio Próprio e Auto-Controle.
Networking: deve ser realizado tanto com profissionais da mesma área como também de outros setores diferentes. Além de manter contatos com os clientes. “É se fazer presente. É estar permanentemente em contato com outros profissionais”.
Para você ser forte, fortaleça seu cliente primeiro: é fundamental ter ética. Ajude o cliente a crescer;
Venda e negocie benefícios: é de grande importância mostrar o que o produto pode proporcionar ao cliente;
Seja um portador de boas novas: ninguém faz negócios com profissionais desmotivados, por isso dê o melhor de você todo o tempo – não se esqueça... O melhor de você !!!
"O Seu falar leva VIDA ou MORTE"
Já está provado que nossas palavras têm mesmo muito poder, e quanto mais íntimo for o relacionamento entre duas pessoas, maior será esse poder. O vínculo emocional faz com que seja muito difícil para alguém desprezar os insultos de um amigo, cônjuge, pai, mãe, filho, ou patrão (difícil, mas não impossível). A verdade é que nem todos têm esse poder sobre nós. Ninguém se ofende, por exemplo, com os latidos irados de um cachorro, os xingamentos de um bêbado ou de um louco da esquina, mas se magoa com frases impensadas ditas por pessoas do circulo mais íntimo. Essa diferença é evidência de que Deus nos deu alguma capacidade de escolher, nem sempre conscientemente se vamos aceitar ou não as ofensas, insultos ou abusos verbais que nos são dirigidos. Como ensina um conto oriental, quando você não aceita um presente, ele continua nas mãos de quem o oferece.
Se, por um lado, nem sempre podemos escolher aquilo que vamos ouvir da boca de outros, por outro, temos uma tremenda responsabilidade diante de Deus em relação àquilo que sai de nossa própria boca. Cristo disse que "de toda a palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo". E acrescenta: "Por tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado" (Mt 12:36, 37). E por que Deus considera esse assunto com tanta seriedade? Porque através de nossas palavras podemos transmitir idéias que serão como que materializadas na mente de quem as escuta. É um processo físico mesmo.
É por isso que Paulo afirma na carta aos Efésios (4:29): "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e assim transmita graça aos que ouvem."
Que Deus faça hoje de sua boca uma benção para os que o(a) rodeiam.
"Cinco Dicas Para Usar A Inteligência Emocional"

O conceito de Inteligência Emocional é recente, embora há muito tempo os estudiosos do comportamento humano já se debruçam neste tema.
O fato é que as empresas cada vez mais estão atentas as pessoas que conseguem realizar suas atividades com maior poder de criar relações positivas e duradouras com seus pares, clientes e fornecedores.
Mas como aplicar a inteligência emocional de forma simples e direta? Veja abaixo cinco dicas para usar sua inteligência emocional e se destacar no trabalho e na vida pessoal.
1. AUTO-CONHECIMENTO – o começo de tudo é fazer uma auto-análise de suas emoções. Quais situações do dia-a-dia fazem você sentir medo, raiva, alegria, motivação, frustração, estresse, satisfação, contentamento, realização e outros sentimentos. Faça uma lista destes sentimentos e coloque ao lado as situações mais comuns em que eles aparecem.
2. AUTO-CONTROLE – com esta lista inicial nas mãos está na hora de lidar com eles de forma mais racional. Pensar antes de agir. Administrar ou controlar estas emoções. Usar com inteligência as emoções. Perceber o progresso e fazer os ajustes necessários.
3. AUTO-MOTIVAÇÃO – buscar os motivos que fazem com que você mantenha a positividade e o foco no futuro sustentável. O que motiva você para a vida? Manter o entusiasmo em tudo o que faz. Ser uma referência para os demais no que diz respeito a superação e atingimento de metas.
4. EMPATIA – saber se colocar no outro para buscar o entendimento das emoções alheias em vez do julgamento precipitado. Interpretar as emoções e saber apoiar os demais quando necessário.
5. NETWORKING – criar e manter uma sólida rede de contatos virtuais e, principalmente, reais. As mídias sociais facilitam os contatos, mas nada substitui o contato direto. Por isso, é importante agir no sentido de manter as relações pessoais e profissionais com contatos periódicos.
Como você utiliza sua inteligência emocional?
"Em Busca De Ideias Geniais ?"

Ele ajudou a criar o PayPal e foi um dos fundadores do YouTube. Agora, tem uma empresa de venture capital, a YouUniversity. Aqui, Jawed Karim, 31 anos, conta como é conquistar — e viver — o sucesso
Aos 16 anos, Jawed Karim criou um sistema de e-mails para a escola em que estudava, o St. Paul’s School, em Minnesota (EUA). Dois anos depois, montou o site do laboratório de bioquímica da Universidade de Minnesota, onde sua mãe trabalhava. Mais tarde, cursando a Universidade de Illinois, seria convidado para trabalhar na PayPal. Mas a carreira meteórica do rapaz de origem alemã e criado nos EUA estava apenas começando.
Após a venda da PayPal para o e-Bay, em 2002, ele decidiu empreender. Em uma troca de ideias com os amigos Chad Hurley e Steven Chen, teve uma ideia tão simples quanto genial: criar um site onde as pessoas pudessem compartilhar vídeos de todos os tipos e procedências. Coube a Hurley e Chen transformar o YouTube em um dos maiores fenômenos da internet — Karim, que ficou com uma participação minoritária, tinha outros planos: estudar ciência da computação em Stanford. A venda do YouTube para a Google, em 2006, por US$ 1,65 bilhão, pegou Karim de surpresa — mas, mesmo com um lote menor de ações, ele embolsou US$ 64 milhões.
Então, ele partiu para seu empreendimento mais pessoal: a empresa de venture capital YouUniversity Ventures, que investe em negócios virtuais. Em novembro, Karim participou do evento “Silicon Valley — What’s Your Innovation”, organizado pelo Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP e pelo Fórum de Inovação, com patrocínio da Bric Chamber, e deu a seguinte entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios:
De onde vêm as boas ideias?
As melhores ideias de negócios vêm de uma necessidade pessoal. É algo em que se está muito interessado, ou mesmo apaixonado. Foi o que aconteceu no caso do YouTube. Eu estava no computador, tentando encontrar vídeos de dois acontecimentos marcantes de 2004. Um era a apresentação da Janet Jackson no show do Super Bowl, quando ela ficou com o seio de fora. O outro era o tsunami na Ásia. Descobri que era bem difícil achar essas imagens. Daí eu e meus colegas pensamos: e se criássemos um site onde as pessoas pudessem compartilhar vídeos? Foi assim que tudo começou.
Depois de criar o YouTube, você decidiu deixar seu cargo na empresa e voltar à faculdade. Por quê?
Eu não deixei a empresa totalmente, já que passei a atuar como consultor. Mas eu queria mesmo é estudar. Me vejo como alguém que gosta de trafegar em vários campos. Não sinto necessidade de ficar preso a uma empresa.
Como é ser jovem, bem-sucedido e milionário?
O melhor de ser milionário é que isso te dá mais exposição. Você tem acesso fácil e rápido a um grande número de pessoas, já que seu talento para empreender está comprovado. Mas existe uma armadilha aí, algo comum entre os jovens empresários do Vale do Silício. O empreendedor cria um negócio de sucesso, vende por alguns milhões de dólares, e daí vem a pergunta: e agora? A pressão para que ele continue empreendendo é grande. Só que, se a empresa seguinte não for maior do que a primeira, ele vai ser considerado um fracasso. E isso é uma grande injustiça. Essa é uma das razões por que não me vejo abrindo uma companhia depois da outra. Não quero essa responsabilidade para mim.
Por que você decidiu fundar o YouUniversity Ventures?
Para mim, é gratificante conviver com jovens empreendedores. Nosso trabalho no YouUniversity é proporcionar ajuda financeira e consultoria a startups no universo virtual. Até agora, já trabalhamos com 15 empresas. Uma delas é a AirBnB: usando o site, você pode se hospedar na casa de moradores de outros países. Outra é a Futureadvisor, que dá dicas de investimento a longo prazo.
Como você escolhe as empresas que vai financiar?
A decisão tem muito a ver com marketing. Avaliamos se há mercado para o produto ou serviço que está sendo oferecido. Também presto atenção nos sócios da empresa. Que tipo de pessoas são? Eles têm experiência? São criativos? Considero importante que a empresa tenha um produto ou serviço bem definido, e não apenas um plano de negócios. Alguns empreendedores me apresentam planos de 20 páginas, com previsões de faturamento para os próximos dez anos. Isso não faz sentido. Ninguém sabe o que vai acontecer nos próximos dez anos!
Que conselho você daria para quem está abrindo um negócio virtual?
Você precisa ter certeza de que o que está oferecendo será valioso para as pessoas. Elas vão economizar com o seu produto? Vão ganhar tempo ou dinheiro? Vão se tornar mais produtivas? Se o seu produto ou serviço não for útil o bastante, os consumidores não vão se dispor a pagar por ele. O foco deve ser sempre o público, e não a última novidade hi-tech. Estar atento às inovações tecnológicas é importante, mas não é o que deve determinar os caminhos do seu negócio. O importante é ter uma boa ideia. E isso qualquer um pode fazer.
Você já declarou que empreendedores deveriam aprender a falhar mais e planejar menos. Por quê?
Antes do YouTube, eu abri três empresas diferentes, e todas elas fracassaram. Mas, a cada fracasso, eu ia aprendendo novas lições, e assim fui me tornando um empreendedor mais preparado. Para ser empreendedor, é preciso ter um apetite pelo risco, ter coragem de tentar várias coisas diferentes, até achar o caminho certo.
Jawed Karim
QUEM É: Formado em ciência da computação por Stanford, participou das fases iniciais do PayPal e foi um dos fundadores do YouTube
O QUE FAZ: Depois que o YouTube foi vendido para a Google, em 2006, ficou milionário e montou a YouUniversity, empresa de venture capital que investe em negócios virtuais www.youniversityventures.com
Marisa Adán Gil
"Quinze Filmes Que Um Administrador Não Pode Perder"
O cinema é a arte do século XX e a Administração a disciplina.
Ambos têm feito uma aliança para mostrar o empresário ou o administrador ao mundo”. Assim define María Elena Carballo, ex-ministra da Cultura da Costa Rica e professora do Incae Business School, a relação entre o cinema e a Administração de Empresas.
Carballo explica que a sétima arte tem se interessado desde o início do século pelas figuras do empresário e do administrador, e as mostra para prover um campo de análise.
E, na maioria das vezes, o faz de uma forma crítica, para que possamos estudar seu comportamento.
“Na vida real, não se pode fechar as pessoas em um globo para experimentar como em “O show de Truman”, porque é antiético, mas você pode estudar sua acção com antecedência e, em seguida, traduzi-lo em uma obra, quer seja no cinema ou na literatura”, disse Carballo.
Um dos ensinamentos que há no cinema, explica a acadêmica, é que ele mostra as múltiplas dimensões de quem tomas as decisões. “É a grande diferença que tem com os estudos de caso, onde você vê os resultados da empresas e do gerente em uma única dimensão.
No cinema você vê sua vida íntima, como se esforçam para fazer sua empresa prosperar, mas também como traem, se enfurecem, algo que se aproxima muito mais dos seres humanos”, afirma.
Para ela, isso é o que interessa conhecer nas escolas de negócios, e explica também que se abordam constantemente os temas que estão por trás do sucesso, como a solidão.
“Quando uma família faz uma homenagem ao empresário latinoamericano o pinta como um santo, e isso o distancia totalmente da realidade.
Em geral, eles são pessoas com as mesmas falhas que temos todos, e isso é o interessante, seus problemas, seus erros, e como chegam a formar grandes conglomerados empresariais lidando com isso”, explica a professora.
Nos Estados Unidos, aponta a ex-ministra, é muito mais fácil abordar esses temas no cinema, porque eles conseguem ver como heróis personagens como Bill Gates.
Na América Latina, se exalta mais o herói militar ou o religioso. “Nós praticamente não temos filmes sobre administradores, porque se tende a pensar que são pessoas pouco interessantes ou desonestas, e esse mito tem que ser mudado ensinando as pessoas histórias de empresários que têm feito coisas boas, mas que cometeram erros também”, defende.
Estudos de caso O professor da escola equatoriana Espae-Espol Francisco Alemán, orientador de um cine-fórum para estudantes de MBA chamado “Hollywood e Administração”, crê que o uso de filmes pode ajudar na compreensão de determinados modelos teóricos, mas também de como os personagens são influenciados pelos comportamentos organizacionais e as motivações gerenciais, que são parte desse mundo real.
“O cinema é um bom meio de descrever os comportamentos humanos, organizacionais, os processos de tomada de decisões, a comunicação, os estilos de liderança e tudo que tem relação com um tema específico”, afirma o professor.
Além do mais, explica que o tema dos estudos das escolas de negócios são os casos, e o cinema dá um maior realismo a esses casos.
Os filmes que um administrador não pode perder:
1 – Amor sem escalas (Up in the air, 2009)
Trata de um executivo que viaja o mundo com a missão de demitir trabalhadores de empresas multinacionais, e, de repente, chega em seu departamento uma mulher que resolve implantar um processo de demissões por videoconferência.
Entra em cena um conflito entre gerência tradicional e gerência nova, que salta das escolas de negócios transformando as relações.
“George Clooney (o protagonista) representa a geração que se defende muito bem das mudanças tecnológicas e consegue, nesse sentido, se sustentar”, afirma Alemán.
Outro conflito presente é o da comunicação.
O personagem tem um esquema de comunicação em que não escuta, não lê os sinais, o que resulta em um grande erro.
Segundo Carballo, mostra um problema psicológico do personagem.
“Ao fazer essa coisa tão horrível que é despedir as pessoas, se protege viajando constantemente sem ter relações interpessoais constantes.
Assim, desenvolve uma armadura para não se comprometer emocionalmente com ninguém, e quando se compromete já é tarde”, afirma.
2 – Ponto Final – Match Point (Match Point, 2005)
“Aí está o personagem arrivista, típico do século XIX, que vai chegar ao topo de qualquer jeito”, diz o professor.
O personagem principal, um tenista aposentado que dá aulas a milionários em Londres, é traído por sua própria ganância e, ao mesmo tempo, pelo sexo e a paixão.
3 – Enron: The Smartest Guys in the Room, 2003
Documentário sobre a fraude e posterior falência da empresa norte-americana Enron, um caso fantástico para tratar de ética profissional, indica Alemán.
4 – Treze dias que abalaram o mundo (Thirteen Days, 2000)
Aborda a crise dos mísseis em Cuba, em 1962. Explora o modelo de decisões do agente racional e expõe conceitos interessantes sobre tomada de decisões e estratégias.
5 – A Verdade dos Bastidores (The Quiz Show, 1994)
Trata de um caso real dos anos 50: um engano massivo da televisão, aborda o tema da corrupção.
“”É para pensar o início da carreira. Nele, três jovens tomam decisões que serão definitivas para suas vidas profissionais”, conta Carballo.
6 – Barbarians at the Gate, 1993
Descreve o golpe mais famoso na história da RJR Nabisco.
Os temas interessantes para se analisar são: LBO, Teoria da Agência, Fusões e Aquisições.
7 – Encontro com Vênus (Venus Meeting, 1991)
“Um diretor da Europa Oriental chega para conduzir uma orquestra onde predomina a Europa Ocidental.
Mostra o quanto é difícil conseguir o sucesso em outra região.
Excelente filme para analisar a liderança intercultural”, diz Carballo.
8 – Com o dinheiro dos outros (Other People’s Money, 1991)
Trata de uma empresa adquirida de maneira fraudulenta e as transformações que decorrem disso.
“Nele, aprendemos sobre gerência das mudanças, resistência às mudanças, os valores da empresa antiga e como resgatá-los”, afirma Alemán.
9 – Crimes e pecados (Crimes and Misdemeanors, 1989)
Esse filme mostra dois homens de sucesso que devem enfrentar diferentes dilemas éticos.
“Trata muito bem do tema crime e castigo”, afirma Carballo.
10 – Tucker (Um homem e seu sonho, 1988)
Trata de um empresário que quis introduzir inovações nos automóveis de sua época para criar “o carro do futuro”, potente, rápido e aerodinâmico, e se depara com diversos obstáculos, mas consegue desenvolver suas propostas.
11 – O último imperador (El Último Emperador, 1987)
É a história do último imperador chinês, que subiu ao trono aos três anos de idade.
Serve para ver o estilo e entender como o líder nunca está só e encontra-se sempre rodeado de uma equipe que o molda.
12 – Wall Street 1 – Poder e cobiça (Wall Street, 1987)
Apresenta o homem ganancioso e inescrupuloso capaz de fazer o que seja por dinheiro.
“Mostra muito bem o perigo que é o tema do manejo da informação confidencial no mercado de valores, e também diferentes faces da liderança”, afirma Alemán.
13 – Gandhi (Gandhi, 1982)
Biografia do líder indiano que lutou contra os abusos da ocupação inglesa e junto a outros líderes levou finalmente a independência ao seu país em 1947.
“Desse filme pode-se tirar grandes lições de liderança”, afirma Carballo.
14 – Doze homens e uma sentence (Twelve Angry Men, 1957)
Nesse clássico pode-se explorar temas como eficiência da decisão coletiva, liderança, persuasão, comunicação.
15 – O cidadão Kane (Citizen Kane, 1941)
“É um filme extraordinário, que está entre os 10 melhores da história.
É uma obra indiscutível de um cineasta jovem, cujo protagonista associa para sempre a solidão e o sucesso profissional, uma dicotomia real de que, se somos exitosos, somos solitários."
Ambos têm feito uma aliança para mostrar o empresário ou o administrador ao mundo”. Assim define María Elena Carballo, ex-ministra da Cultura da Costa Rica e professora do Incae Business School, a relação entre o cinema e a Administração de Empresas.
Carballo explica que a sétima arte tem se interessado desde o início do século pelas figuras do empresário e do administrador, e as mostra para prover um campo de análise.
E, na maioria das vezes, o faz de uma forma crítica, para que possamos estudar seu comportamento.
“Na vida real, não se pode fechar as pessoas em um globo para experimentar como em “O show de Truman”, porque é antiético, mas você pode estudar sua acção com antecedência e, em seguida, traduzi-lo em uma obra, quer seja no cinema ou na literatura”, disse Carballo.
Um dos ensinamentos que há no cinema, explica a acadêmica, é que ele mostra as múltiplas dimensões de quem tomas as decisões. “É a grande diferença que tem com os estudos de caso, onde você vê os resultados da empresas e do gerente em uma única dimensão.
No cinema você vê sua vida íntima, como se esforçam para fazer sua empresa prosperar, mas também como traem, se enfurecem, algo que se aproxima muito mais dos seres humanos”, afirma.
Para ela, isso é o que interessa conhecer nas escolas de negócios, e explica também que se abordam constantemente os temas que estão por trás do sucesso, como a solidão.
“Quando uma família faz uma homenagem ao empresário latinoamericano o pinta como um santo, e isso o distancia totalmente da realidade.
Em geral, eles são pessoas com as mesmas falhas que temos todos, e isso é o interessante, seus problemas, seus erros, e como chegam a formar grandes conglomerados empresariais lidando com isso”, explica a professora.
Nos Estados Unidos, aponta a ex-ministra, é muito mais fácil abordar esses temas no cinema, porque eles conseguem ver como heróis personagens como Bill Gates.
Na América Latina, se exalta mais o herói militar ou o religioso. “Nós praticamente não temos filmes sobre administradores, porque se tende a pensar que são pessoas pouco interessantes ou desonestas, e esse mito tem que ser mudado ensinando as pessoas histórias de empresários que têm feito coisas boas, mas que cometeram erros também”, defende.
Estudos de caso O professor da escola equatoriana Espae-Espol Francisco Alemán, orientador de um cine-fórum para estudantes de MBA chamado “Hollywood e Administração”, crê que o uso de filmes pode ajudar na compreensão de determinados modelos teóricos, mas também de como os personagens são influenciados pelos comportamentos organizacionais e as motivações gerenciais, que são parte desse mundo real.
“O cinema é um bom meio de descrever os comportamentos humanos, organizacionais, os processos de tomada de decisões, a comunicação, os estilos de liderança e tudo que tem relação com um tema específico”, afirma o professor.
Além do mais, explica que o tema dos estudos das escolas de negócios são os casos, e o cinema dá um maior realismo a esses casos.
Os filmes que um administrador não pode perder:
1 – Amor sem escalas (Up in the air, 2009)
Trata de um executivo que viaja o mundo com a missão de demitir trabalhadores de empresas multinacionais, e, de repente, chega em seu departamento uma mulher que resolve implantar um processo de demissões por videoconferência.
Entra em cena um conflito entre gerência tradicional e gerência nova, que salta das escolas de negócios transformando as relações.
“George Clooney (o protagonista) representa a geração que se defende muito bem das mudanças tecnológicas e consegue, nesse sentido, se sustentar”, afirma Alemán.
Outro conflito presente é o da comunicação.
O personagem tem um esquema de comunicação em que não escuta, não lê os sinais, o que resulta em um grande erro.
Segundo Carballo, mostra um problema psicológico do personagem.
“Ao fazer essa coisa tão horrível que é despedir as pessoas, se protege viajando constantemente sem ter relações interpessoais constantes.
Assim, desenvolve uma armadura para não se comprometer emocionalmente com ninguém, e quando se compromete já é tarde”, afirma.
2 – Ponto Final – Match Point (Match Point, 2005)
“Aí está o personagem arrivista, típico do século XIX, que vai chegar ao topo de qualquer jeito”, diz o professor.
O personagem principal, um tenista aposentado que dá aulas a milionários em Londres, é traído por sua própria ganância e, ao mesmo tempo, pelo sexo e a paixão.
3 – Enron: The Smartest Guys in the Room, 2003
Documentário sobre a fraude e posterior falência da empresa norte-americana Enron, um caso fantástico para tratar de ética profissional, indica Alemán.
4 – Treze dias que abalaram o mundo (Thirteen Days, 2000)
Aborda a crise dos mísseis em Cuba, em 1962. Explora o modelo de decisões do agente racional e expõe conceitos interessantes sobre tomada de decisões e estratégias.
5 – A Verdade dos Bastidores (The Quiz Show, 1994)
Trata de um caso real dos anos 50: um engano massivo da televisão, aborda o tema da corrupção.
“”É para pensar o início da carreira. Nele, três jovens tomam decisões que serão definitivas para suas vidas profissionais”, conta Carballo.
6 – Barbarians at the Gate, 1993
Descreve o golpe mais famoso na história da RJR Nabisco.
Os temas interessantes para se analisar são: LBO, Teoria da Agência, Fusões e Aquisições.
7 – Encontro com Vênus (Venus Meeting, 1991)
“Um diretor da Europa Oriental chega para conduzir uma orquestra onde predomina a Europa Ocidental.
Mostra o quanto é difícil conseguir o sucesso em outra região.
Excelente filme para analisar a liderança intercultural”, diz Carballo.
8 – Com o dinheiro dos outros (Other People’s Money, 1991)
Trata de uma empresa adquirida de maneira fraudulenta e as transformações que decorrem disso.
“Nele, aprendemos sobre gerência das mudanças, resistência às mudanças, os valores da empresa antiga e como resgatá-los”, afirma Alemán.
9 – Crimes e pecados (Crimes and Misdemeanors, 1989)
Esse filme mostra dois homens de sucesso que devem enfrentar diferentes dilemas éticos.
“Trata muito bem do tema crime e castigo”, afirma Carballo.
10 – Tucker (Um homem e seu sonho, 1988)
Trata de um empresário que quis introduzir inovações nos automóveis de sua época para criar “o carro do futuro”, potente, rápido e aerodinâmico, e se depara com diversos obstáculos, mas consegue desenvolver suas propostas.
11 – O último imperador (El Último Emperador, 1987)
É a história do último imperador chinês, que subiu ao trono aos três anos de idade.
Serve para ver o estilo e entender como o líder nunca está só e encontra-se sempre rodeado de uma equipe que o molda.
12 – Wall Street 1 – Poder e cobiça (Wall Street, 1987)
Apresenta o homem ganancioso e inescrupuloso capaz de fazer o que seja por dinheiro.
“Mostra muito bem o perigo que é o tema do manejo da informação confidencial no mercado de valores, e também diferentes faces da liderança”, afirma Alemán.
13 – Gandhi (Gandhi, 1982)
Biografia do líder indiano que lutou contra os abusos da ocupação inglesa e junto a outros líderes levou finalmente a independência ao seu país em 1947.
“Desse filme pode-se tirar grandes lições de liderança”, afirma Carballo.
14 – Doze homens e uma sentence (Twelve Angry Men, 1957)
Nesse clássico pode-se explorar temas como eficiência da decisão coletiva, liderança, persuasão, comunicação.
15 – O cidadão Kane (Citizen Kane, 1941)
“É um filme extraordinário, que está entre os 10 melhores da história.
É uma obra indiscutível de um cineasta jovem, cujo protagonista associa para sempre a solidão e o sucesso profissional, uma dicotomia real de que, se somos exitosos, somos solitários."
"Profissionais De Seleção E Treinamento Enfrentam Desafios Para Reter Talentos"
Vistos como áreas operacionais, treinamento e seleção estão alterando tal conceito dentro das companhias
A situação de escassez de talentos pela qual passa o Brasil não é mistério.
Tal gargalo já vem sendo anunciado há alguns anos, sobretudo após as evidências de que o País está crescendo.
Atrair e reter talentos, contudo, virou o principal desafio das empresas, que precisam se municiar para não ficar atrás nos negócios.
Essa missão trabalhosa recai sobre os profissionais de treinamento e seleção.
Planejar, organizar e operacionalizar as atividades relacionadas a gestão de pessoas por competências é uma das várias tarefas que permeiam o mundo desses profissionais.
No entanto, não se deve confundir o que cada um deles faz.
O responsável pela seleção, por exemplo, tem a incumbência de atrair e selecionar pessoas que tenham perfil técnico e de comportamento compatível com a empresa.
Já o especialista em treinamento irá acompanhar a evolução de um profissional ao longo de sua trajetória.
“São duas funções demandadas, pois são áreas em que o profissional deve ser pró-ativo e se antecipar às demandas dos negócios que possam surgir”.
Mudanças
Vistos como áreas operacionais, treinamento e seleção estão alterando tal conceito dentro das companhias. Com a chegada da “Geração Y” e a consolidação de novos comportamentos corporativos, os profissionais não almejam somente uma boa remuneração, mas também se desenvolver dentro de uma organização.
“Daí vem o papel de selecionar, treinar e desenvolver. A questão é se antecipar ao mercado e entender as ações comportamentais que movimentam uma empresa. Movimentos assim geram valor agregado ao mercado”.
O segmento de consultoria tem atraído muitos profissionais, não apenas os graduados em recursos humanos.
Até engenheiros, atuando no recrutamento de treinamento de outros profissionais, são utilizados por empresas da área de engenharia.
A situação de escassez de talentos pela qual passa o Brasil não é mistério.
Tal gargalo já vem sendo anunciado há alguns anos, sobretudo após as evidências de que o País está crescendo.
Atrair e reter talentos, contudo, virou o principal desafio das empresas, que precisam se municiar para não ficar atrás nos negócios.
Essa missão trabalhosa recai sobre os profissionais de treinamento e seleção.
Planejar, organizar e operacionalizar as atividades relacionadas a gestão de pessoas por competências é uma das várias tarefas que permeiam o mundo desses profissionais.
No entanto, não se deve confundir o que cada um deles faz.
O responsável pela seleção, por exemplo, tem a incumbência de atrair e selecionar pessoas que tenham perfil técnico e de comportamento compatível com a empresa.
Já o especialista em treinamento irá acompanhar a evolução de um profissional ao longo de sua trajetória.
“São duas funções demandadas, pois são áreas em que o profissional deve ser pró-ativo e se antecipar às demandas dos negócios que possam surgir”.
Mudanças
Vistos como áreas operacionais, treinamento e seleção estão alterando tal conceito dentro das companhias. Com a chegada da “Geração Y” e a consolidação de novos comportamentos corporativos, os profissionais não almejam somente uma boa remuneração, mas também se desenvolver dentro de uma organização.
“Daí vem o papel de selecionar, treinar e desenvolver. A questão é se antecipar ao mercado e entender as ações comportamentais que movimentam uma empresa. Movimentos assim geram valor agregado ao mercado”.
O segmento de consultoria tem atraído muitos profissionais, não apenas os graduados em recursos humanos.
Até engenheiros, atuando no recrutamento de treinamento de outros profissionais, são utilizados por empresas da área de engenharia.
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